Perguntas frequentes

Como posso marcar uma consulta?

Privilegiamos, por ser mais cómodo, a comunicação por WhatsApp, no entanto, se preferir, poderá ligar, ou enviar SMS, para o telemóvel nº (+351) 934 500 303Se o desejar, poderá também contactar-nos para o email info@psicovias.pt .

O pagamento é antecipado? 

Sim, o pagamento deve ocorrer de uma forma antecipada. No caso da 1ª consulta, deve ocorrer desejavelmente 48 horas antes da realização da mesma.

Devo decidir por uma consulta de psicologia online ou por uma consulta presencial?

Como desejar ou se sentir mais confortável, ou, ainda, conforme a sua possibilidade em termos de residência.  Se optar pelo formato online, poderá, naturalmente, fazê-lo a partir de qualquer local, dentro do país ou no estrangeiro.

Em que local é que decorrem as consultas presenciais?

Por norma, decorrerão num dos consultórios do Espaço LATINO COELHO 87 - R. Latino Coelho 87 - 1050-180 Lisboa. No entanto, sujeito a combinação prévia, poderão decorrer noutros locais, ainda que, muito provavelmente, na área da grande Lisboa.

Que equipamento necessito para ter uma consulta de psicologia online?

Basta possuir um computador, um tablet ou um smartphone, com ligação à Internet

Se tiver apenas um telefone fixo, ou simples telemóvel, também poderei ter uma consulta  de psicologia online?

Sim, se sentir confortável a comunicar por esta via.

Também poderei ter uma consulta de psicologia online por chat, ou por email?

Sim, poderá fazê-lo através da comunicação escrita se sentir confortável e com motivação para tal. Haverá, no entanto, regras a seguir, as quais serão acordadas entre as partes.

Podem ser intercaladas sessões presenciais num processo de psicoterapia online? Nesse caso, há lugar à alteração do preço final?

Sim, poderá haver necessidade de serem introduzidas, consensualmente, algumas sessões presencias, mesmo na modalidade de consulta de psicologia online. Não haverá, no entanto, lugar a quaisquer acréscimos de custos.

O que acontece se eu faltar a uma sessão online? Tenho direito a algum reembolso?

Se faltar a uma consulta de psicologia online, sem ter dado qualquer justificação, poderá não haver lugar a qualquer reembolso, sendo que a próxima sessão se manterá inalterada quanto à data e horário previamente combinados.

E o que acontece se a consulta ou sessão for desmarcada pelo próprio psicólogo ou psicoterapeuta?

De facto, um psicólogo também poderá ter razões imprevistas que não lhe permitam estar presente na sessão já agendada. Isso poderá acontecer tanto numa psicoterapia presencial como numa consulta de psicologia online. Assim, o que fazemos é avisar o mais antecipadamente possível que não irá ocorrer a sessão e agendar consigo uma nova data ou horário da sua conveniência.

Deverei fazer alguma coisa antes da primeira consulta de psicologia online ocorrer?

Sim, convém providenciar de modo a que a sessão decorra num espaço calmo, sossegado, tranquilo, confortável e com uma boa ligação à Internet. Deverá ser também um local com condições de confidencialidade, em que outras pessoas não possam interferir ou escutar a sua conversa.

Pode ser combinado um determinado número de sessões logo na primeira consulta?

Sim, é natural que o psicólogo lhe dê, logo na primeira consulta, uma perspetiva do número de sessões desejáveis. Esse número poderá, no entanto, ser ajustado a qualquer momento por acordo de ambas as partes.

O que acontece se eu não cumprir com o pagamento antecipado das sessões?

Poderá ser avisado de tal por WhatsApp, email, ou por sms, a fim de regularizar a situação. Caso não o faça no prazo estabelecido, a próxima sessão que, entretanto, já estava agendada não ocorrerá, sendo retomado o processo psicoterapêutico apenas quando o devido pagamento for efetivado.

Há alguma tabela de preços "oficial" para consultas de psicologia?

A Ordem dos Psicólogos Portugueses afirma que não existe nenhuma tabela de preços de consultas de psicologia, e até acrescenta que nunca irá existir. No entanto, um estudo feito pela DECO refere que uma consulta, na área da psicologia, pode variar entre os 25 e os 100 euros, sendo que o valor mais praticado se situa entre os 50, 60, 70 euros.

Posso ter consultas de psicologia a partir do estrangeiro?

Sim, o atendimento psicológico à distância, para além de poder ser mais económico, é, de facto, indicado para quem viva fora do país. É, pois, especialmente indicado, por exemplo, para as comunidades portuguesas na diáspora - para emigrante em França, na Alemanha, na Bélgica, no Luxemburgo, no Reino Unido, na Suíça, no Canadá, nos Estados Unidos da América...

As sessões de psicoterapia online são também indicadas, por exemplo, para os estudantes que se encontrem a fazer o programa Erasmus.

É, de facto, uma modalidade à disposição daqueles que, por razões culturais, ou outras, preferem consultar um psicólogo que esteja em Portugal, um Psicólogo que fale a língua portuguesa.

Também é, igualmente, indicada para pessoas que vivam no Brasil, em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, ou seja, para os cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, dos PALOP...

Poderão verificar-se efeitos "negativos" nas intervenções psicológicas?

Como Psicólogos, temos consciência que qualquer intervenção, como em qualquer profissão de natureza social, ou ligada à saúde, poderá provocar, em teoria, algum tipo de prejuízo à pessoa. No entanto, faremos tudo em prol do seu bem-estar, ao nível psíquico, físico e social. Fá-lo-emos, pois, assumindo a escolha dos métodos e técnicas que aplicamos. Para tal, usaremos toda a formação académica científica que adquirimos ao longo de toda a nossa carreira em diferentes contextos.

Respeitarão as minhas decisões?

Sim, respeitaremos as suas decisões e faremos tudo para que em todo o processo psicoterapêutico seja promovida a sua autonomia enquanto pessoa. Olharemos para si como uma pessoa única, diferente de qualquer outra. Reconhecer-lhe-emos a sua vontade, a sua autodeterminação, as suas opiniões, as suas preferências, os seus credos, e demais características idiossincráticas, de uma forma incondicional. Respeitaremos, pois, a sua dignidade enquanto pessoa humana.

Vão ter em conta a minha vulnerabilidade?

Sim, temos consciência das consequências que o nosso trabalho, como Psicólogos, pode ter junto das pessoas. Na PSICOVIAS, temos consciência do nível de fragilidade de muitas pessoas que nos procuram. Por isso, pautamos as nossas intervenções pelo respeito absoluto em relação à sua eventual vulnerabilidade.

Os psicólogos da Psicovias estão devidamente atualizados?

Sim. De facto, como Psicólogos, exercemos a nossa atividade de acordo com os pressupostos técnicos e científicos desta profissão. Para tal, fazemos, naturalmente, uma constante atualização, para além da nossa formação teórica e prática de base universitária. Pautamos, portanto, a nossa atuação através de práticas baseadas em conhecimentos científicos atualizados, em prol do seu bem-estar e sempre com o devido respeito pela sua singularidade.

A vossa intervenção vai ser feita tendo em conta juízos morais?

Não. Ou seja, como Psicólogos, temos em conta que devemos, na medida do possível, evitar deixar-nos influenciar pelas nossas próprias motivações, crenças, preconceitos e juízos morais. Enfim, estamos conscientes que todos os psicólogos têm características diferentes e que possuimos, pois, os nossos próprios juízos de valor. Somos, no entanto, responsáveis no sentido de que as intervenções psicológicas que levamo a cabo estão, o mais possível, isentas de julgamentos morais, preconceitos ou censura.

Terão em conta o meu consentimento?

Sim, como Psicólogos, faremos aquilo que estiver contido no contrato de consentimento informado. Ou seja, nas nossas sessões apenas acontecerá o que voluntariamente a pessoa consentir. O seu consentimento informado será, pois, a sua escolha de participação voluntária em qualquer sessão efetuada na PSICOVIAS. Poderá ser feito por escrito, nomeadamente na modalidade de consulta de psicologia online.

Posso ter acesso a toda a informação?

Sim, dar-lhe-emos, para além da que já consta aqui no site, informação sobre a natureza e o curso previsível do ato psicológico, sobre os nossos honorários, sobre a questão da confidencialidade, sobre os limites éticos e legais que estão envolvidos numa consulta ou sessão.

Posso suspender o processo quando eu quiser?

Sim, pode terminar o processo psicoterapêutico quando quiser. O Psicólogo trabalha na base da confiança mútua, acreditando, aliás, que só existindo esta relação é que será possível haver lugar a qualquer ato psicológico. Reconheceremos, pois, a sua autonomia, a sua autodeterminação, o seu direito de iniciar, de entrar em pausa, ou de terminar, quando quiser, o processo psicológico na PSICOVIAS.

Podem assegurar-me que manterão sigiloso o que eu disser?

Sim, asseguramos-lhe a manutenção da privacidade e confidencialidade de toda a informação que nos prestar. Só recolheremos a informação estritamente necessária, de acordo com os objetivos em causa. Não utilizaremos essa informação para mais nenhuns fins que não os psicoterapêuticos.

Tomarão notas escritas sobre o que eu disser?

Sim, poderemos tomar notas no decurso das sessões. No entanto, são apenas apontamentos que só poderão servir-nos a nós, às vezes apenas auxiliares de memória, pelo que a informação que poderemos recolher sobre si fica, a maior parte das vezes, apenas na nossa memória e não registada formalmente.

Gravarão as sessões, nomeadamente as que decorram de forma online?

Não. De facto, as plataformas tecnológicas permitem fazê-lo, mas não procederemos, de modo nenhum, a qualquer gravação.

Podem intervir nalgum aspeto particular mesmo que eu não consinta?

Sim, mas, atenção, só se se tratar de uma exceção. Esta pode ser, por exemplo, o risco de suicídio ou perigo de vida para si ou terceiros.

Poderão fazer alguma coisa sem o meu consentimento informado?

Sim, mas apenas em casos especiais. De facto, convém ter bem presente que, em situações de emergência, nomeadamente nas situações de risco de suicídio, como já referimos, mas também de homicídio, ou de descontrolo grave de impulsos, mesmo sem consentimento informado da pessoa envolvida, nós interviremos. No entanto, a nossa intervenção visa apenas assegurar a sua segurança e o seu bem-estar.

Pode haver alguma situação em que não manterão confidencialidade?

Sim, como já referimos, não mantereremos a confidencialidade, por exemplo, no caso de considerararmos que há perigo para a sua integridade física ou psíquica. Portanto, não manteremos a confidencialidade se houver perigo de vida, ou de dano grave, para si. Também não o faremos em caso de maus-tratos a menores de idade, a adultos vulneráveis, idosos, com deficiência, etc.

Poderão falar do meu caso a outros profissionais?

Sim, como Psicólogos, trabalhamos em equipa, discutimos casos entre colegas, em intervisão e temos também supervisão. Poderemos, portanto, transmitir informação aos nossos colegas, mas apenas sobre o que for relevante e benéfico para si e se nos der autorização para tal.

E se um Tribunal pedir informações sobre mim?

De facto, pode haver lugar a exceções quanto à sua privacidade, decorrente de situações legais. Ou seja, sempre que houver uma solicitação, por exemplo de um Tribunal, para a divulgação de informação confidencial sobre pessoas que a PSICOVIAS segue em consulta, poderemos ter que fazê-lo. No entanto, teremos, igualmente, de, previamente, avisar a pessoa de que o vamos fazer, assim como dar-lhe a conhecer o conteúdo da informação que vamos prestar. Mesmo assim, caso consideremos que essa informação pode prejudicar a pessoa em causa, poderemos invocar o direito de escusa, de acordo com o disposto no art.º 135.º do Código de Processo Penal.

Há mais algum caso em que o Psicólogo pode renunciar ao princípio da confidencialidade?

Sim, pode, ainda, acontecer outra exceção relacionada com a confidencialidade dos dados - se o Psicólogo for, eventualmente, processado pelo seu consulente. Nesta situação, o Psicólogo poderá transmitir a informação considerada necessária para a assegurar o seu processo de defesa.

Eu posso ser encaminhado para outro psicólogo?

Sim, se o consentir ou desejar. Na verdade, reconhecemos que há competências específicas no âmbito da atividade de Psicólogo. Portanto, temos o dever de o reconhecer e ajudar no sentido das pessoas obterem o apoio adequado e necessário por parte de outros profissionais. Ou seja, nas situações que ultrapassem o âmbito da nossa competência, nós devemos informar a pessoa que nos consulta. Assim, poderemos indicar-lhe os serviços de outros colegas nossos sempre que se verificar impossibilidade de assumirmos a nossa intervenção consigo. Nesse caso, com o seu consentimento informado, ou do seu representante legal, facultaremos os elementos necessários ao seu bom acompanhamento por outro colega nosso, ou outro profissional mais indicado para si.

Eu poderei ser submetido a testes psicotécnicos?

Sim, poderá, mas apenas se concordar com isso e se for relevante para o ato psicológico em que se envolver. Nós, Psicólogos, no entanto, não gostamos muito dessa designação, preferimos falar em Provas de Avaliação Psicológica. Com efeito, a avaliação psicológica é um ato exclusivo da Psicologia. É um elemento distintivo da nossa autonomia técnica em relação a outros profissionais. Portanto, se obtivermos o seu consentimento informado, poderemos aplicar-lhe provas para avaliação psicológica, ou diagnóstico psicológico, em determinadas áreas. Será, assim, da nossa responsabilidade selecionar e utilizar protocolos de avaliação válidos, atualizados e fundamentados do ponto de vista científico.

Terei acesso a um relatório com resultados da avaliação?

Sim, se assim se o acordarmos e mediante um valor a combinar previamente. Preferencialmente, dar-lhe-emos a conhecer os resultados mais relevantes através de uma entrevista prévia, ou seja antes da entrega de resultados por escrito, para que possa manifestar as suas dúvidas e ficar com o devido esclarecimento. O relatório psicológico que lhe entregarmos será escrito de uma forma objetiva, rigorosa e percetível.  Terá em conta as suas características individuais e apenas a informação mais relevante que lhe permita dar resposta às suas questões e aos seus pedidos de avaliação. Será assinado por um psicólogo da PSICOVIAS, nele constando o seu nome e o número da sua cédula profissional.

E se eu desejar uma segunda opinião de outro psicólogo?

Se desejar uma segunda opinião, por parte de outros psicólogos, sobre os resultados constantes do relatório, nós poderemos enviar mais dados adicionais diretamente a esses nossos colegas.

Pertenço a uma minoria cultural, isso é problema?

Não, os psicólogos não podem fazer qualquer discriminação em razão de qualquer tipo de fator ou condição, nos mais variados campos e áreas. Os psicólogos têm o dever de atuar de uma forma ética e eficaz, adequando as suas intervenções aos diferentes públicos, à idade, sexo, orientação sexual, identidade de género, etnia, origem cultural, nacionalidade, religião, língua, nível socioeconómico, etc.

Pode haver algum envolvimento relacional para além do profissional?

Não, não pode, não deve! O psicólogo não deve desenvolver outro tipo de relações com as pessoas que os consultam ou quaisquer outras pessoas próximas. O psicólogo é, assim, responsável por qualquer prejuízo que possa vir a ocorrer de uma eventual relação estabelecida, que não seja exclusivamente do foro profissional. Portanto, o psicólogo não pode, por exemplo, estabelecer quaisquer relações românticas ou sexuais no âmbito do processo de consulta ou psicoterapêutico. Do mesmo modo, não pode desenvolver outro tipo de relações que possam diminuir a objetividade do processo em curso.

Pode acontecer ser objeto de investigação científica?

Não. Antes de mais saiba que ninguém pode ser obrigado ou coagido a participar numa investigação científica. Para tal, terá de dar sempre o seu consentimento informado. A, eventualmente, acontecer, a sua participação é informada, ou seja, como consta em documentos da Ordem dos Psicólogos Portugueses, “os investigadores fornecem aos participantes a informação necessária sobre a investigação que permita aos mesmos uma decisão informada quanto aos potenciais riscos e benefícios de participar e quanto às características gerais da sua participação”. Portanto a manifestação de recusa por parte da pessoa é, salvo exceções devidamente fundamentadas, impeditiva da sua participação em estudos ou investigações científicas.

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