Psicologia Vocacional

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Um psicólogo faz orientação vocacional mediante várias metodologias: umas mais curtas outras mais longas. Podem ser levadas a cabo com recursos a testes mais formais ou através de pequenos exercícios e entrevista psicológica, de forma individual ou em grupo.

1. Metodologia individual

Na PSICOVIAS fazemos orientação vocacional individualmente. No entanto, poderemos falar com familiares, a seu pedido ou porque poderemos achar importante ouvi-los. Aceitamos consultas para todas as idades. Recorremos à entrevista psicológica como meio primordial de diagnóstico. Privilegiamos os pequenos exercícios, em vez dos testes de orientação escolar e profissional mais clássicos , formais e mais longos. Os resultados, de um modo geral, são mais rápidos e igualmente válidos.

2. Elaboração de Relatório

Elaboramos relatórios escritos, a pedido, mediante honorários a combinar, com descrição do perfil de personalidade, interesses, valores e capacidades mais relevantes. Para serem amadurecidas, apontamos também as áreas escolares e profissionais a privilegiar. Apontamos também pistas e fontes para a procura da informação mais relevante no processo de tomada de decisão vocacional - em termos escolares, profissionais, ou de gestão de carreira.

3. Apoio na Tomada de decisão

Assim, o processo é desenvolvido no sentido de que a pessoa possa tomar decisões mais esclarecidas, de modo a que faça um trabalho preventivo no sentido das melhores escolhas. Pensa-se comumente nos alunos do 9º ano e do 12º ano como sendo aqueles que mais podem beneficiar de uma intervenção deste tipo. Com efeito, é verdade que os alunos e as alunas que estão quase a concluir os seus estudos secundários podem tirar grandes proveitos da orientação vocacional.

4. Abordagem integrativa

Mas também é verdade para qualquer pessoa. No final de contas, nós estamos sempre num processo vocacional, de gestão da nossa carreira, sendo que esta dimensão escolar e profissional de cada um de nós tem enorme impacto na nossa realização pessoal - portanto, na nossa felicidade, ao longo de toda a vida, até na situação da reforma ou da aposentação.

5. Processo contínuo

Realmente, quando se fala de vocação, não devemos pensar que ela imutável. A nossa orientação vocacional não é inata, ela desenvolve-se em todo o percurso das nossas vidas. E tanta coisa muda com as nossas vivências! Podemos é estar com atenção a essas mudanças para tomarmos as melhores decisões a cada momento...

6. Interesses, Aptidões, Valores

Qualquer pessoa tem a sua singularidade vocacional. Em conjunto, podemos encontrá-la. Podemos identificar melhor os seus interesses, as suas aptidões, os seus traços de personalidade mais salientes, os seus valores... Numa única sessão, ainda que, provavelmente, uma não seja suficiente, podemos saber o que mais gosta de fazer, o que é que é mais importante para si, o que é que poderá conseguir fazer melhor...

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Podemos, pois, em conjunto, conhecer melhor as suas preferências nos mais variados campos. Podemos encontrar as áreas de estudo, de formação, de trabalho, e até de lazer, que mais se adequam ao seu perfil pessoal e vocacional.

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