Psicólogo, é possível escolher o melhor?

É natural que, em qualquer área, pretendamos sempre escolher um bom profissional. Portanto, é natural que queiramos escolher um bom psicólogo, ou um bom psicoterapeuta, que nos trate da melhor forma.

Mas como é que podemos saber se determinado psicólogo é um bom profissional? De facto, podemos fazer esta pergunta e outras mais: “Será que aquele psicólogo é o mais indicado para mim?”; “E se eu consultar um psicoterapeuta e depois não gostar dele?”; “Como é que eu posso saber, antecipadamente, se é um bom profissional?”; “Como posso saber se tem qualidade, se é competente?” …

“A Psicovias está sediada em Lisboa – Portugal. Atende portugueses de todo o mundo via online.”

“Pode optar pela modalidade de atendimento psicológico à distância em Portugal ou no estrangeiro.”

“Marque consulta através do email info@psicovias.pt Pode também ligar para  +351 93 450 03 03″

E será que quando ouvimos alguém dizer que o psicólogo que consultou não era bom, significa mesmo que não foi competente? Será que, pelo facto de a pessoa dizer que não gostou significa mesmo que ele não tenha sido um bom profissional? De facto, pode não querer dizer nada. Na verdade, há múltiplos fatores envolvidos na questão da competência de um psicólogo.

Não se pode fugir à subjetividade na escolha do psicólogo

Realmente, a subjetividade pode ocorrer logo quando alguém recomenda determinado psicólogo.  Na verdade, o seu relato pode estar carregado de falta de objetividade. E isso é natural. Aquela pessoa pode ter gostado de determinadas características da personalidade do profissional. Pode ter gostado dos conhecimentos técnicos postos em prática. Mas também pode ter gostado, sobretudo, da sua apresentação física, até da sua forma de vestir.

Ora, muitas vezes acontece que outra pessoa não vá gostar de ver nada disto naquele psicólogo, e vai acabar por fazer uma apreciação completamente diferente. E a explicação pode dever-se ao facto de, simplesmente, ser uma pessoa com gostos diferentes. Ou então também pode dever-se ao facto de ser uma pessoa com uma problemática completamente distinta.

O discurso técnico-científico do psicólogo

Talvez todos nós conheçamos médicos que se alongam em explicações técnico-científicas sobre as nossas doenças. E haverá algumas pessoas que até gostam que isso aconteça. Mas também sabemos que muitos de nós dispensariam todas aquelas explicações que, às vezes, até nos são completamente incompreensíveis.

Ora, um psicólogo, tal como qualquer outro profissional, deverá saber adaptar o seu discurso explicativo à pessoa que tem pela sua frente.  Mas, enfim, é compreensível que haja pessoas que tenham necessidade de ouvir o psicoterapeuta a falar da parte técnica, a falar de alguns aspetos mais técnico-científicos ligados à sua queixa. Depois, tendo em conta esse aspeto vão recomendar esse psicólogo a outra pessoa. Só que essa pessoa poderá ser diferente…

Marcar consulta

O psicólogo pode não corresponder à expetativa inicial

É também natural que, quando consultamos um psicólogo, estejamos à espera que ele nos faça determinadas perguntas. Ora, ele pode-nos colocar algumas que não estamos à espera. Mas isso não quer dizer que estejam mal colocadas. De facto, conforme a pessoa que tem à sua frente, pode fazer outro tipo de questões não expectáveis. Ou então pode achar que ainda não é o momento certo de fazer determinada pergunta.

Um bom psicólogo tem também de saber gerir os níveis de ansiedade da pessoa que o procura. É legítimo que queiramos que faça alguma coisa em relação às dificuldades que lhe levamos. Mas, da mesma forma, também é perfeitamente compreensível que ele ache que ainda não é o momento de o fazer.

Outra questão é a pessoa que consulta o psicólogo poder achar que vai seguir determinado caminho. Mas este pode apresentar-lhe outra direção, outra metodologia, outra abordagem. Ora isso não quer dizer que não esteja a fazer um bom trabalho. Portanto, o facto de não estar a corresponder à expetativa inicial da pessoa, não quer dizer que não esteja a cumprir o seu papel. Enfim, na verdade, ao ouvirmos relatos de pessoas que consultaram um psicólogo, temos que estar cientes que estamos a ouvir apenas as suas apreciações subjetivas

Consultar um psicólogo pode exigir continuidade

No campo da psicoterapia, uma única sessão, realmente, não basta. Deste modo, poderá ser importante, no processo de escolha do psicólogo, perceber qual a localização do seu consultório. E também poderá ser muito importante perceber se ele leva, ou não, a efeito consultas à distância, online, através de meios tecnológicos mais avançados ou, simplesmente, através de um telefone. Porque, de facto, salvo as devidas exceções, consultar um psicoterapeuta, pode exigir que haja uma continuidade.

Marcar consulta

De facto, nem sempre a problemática da pessoa é linear. Portanto, é legítimo que se queira saber se o psicólogo saberá desenhar a metodologia e o caminho mais indicado a seguir para a resolução dos problemas da pessoa. Ora, para isso, um bom psicoterapeuta tem que saber planear cada uma das sessões, tendo, pois, que fazer trabalho de casa. Enfim, é o que faz, por exemplo, um professor que se tem de preparar cada uma das suas aulas. Porque um psicoterapeuta, tem de saber, sessão a sessão, o que é que vai trabalhar com determinada pessoa. Depois, tem que dominar e saber usar as suas técnicas, escolhendo os momentos certos para as colocar em prática.

Um psicólogo precisa de perceber bem a história de quem o consulta. Para isso, ele tem de fazer uma adequada anamnese e depois um bom diagnóstico. É legítimo, pois, querermos saber se determinado psicólogo está preparado para perceber bem quem é a pessoa que tem à sua frente. Queremos, deste modo, alguém que tenha capacidades para perceber a complexidade de do ser humano.

Isto tudo exige, com efeito, continuidade. Portanto, talvez convenha mesmo escolher um psicólogo que fique perto da nossa residência ou então que, de facto, faça apoio psicológico online.

A vida pessoal do psicólogo

Hoje em dia, muitas pessoas têm “rasto” na Internet. Os profissionais, esses, então, ainda têm mais “pegada”. Ora, sabendo isso, é natural que queiramos saber mais sobre determinada pessoa com quem vamos interagir profissionalmente. Não haja dúvida que cada vez mais o fazemos.

Ora, isso poderá ser feito, mas pouca importância terá ficarmos a conhecer os aspetos mais pessoais da vida particular do psicólogo que pensamos consultar. Porque, de facto, o que podemos colher são informações que apenas mostram que um psicólogo, ou um psicoterapeuta, é uma pessoa como todas as outras. É uma pessoa que tem a sua vida particular, enfim, uma vida comum, tal como a de toda a gente.

Portanto, a sua vida pessoal nada terá a ver com a sua vida profissional. Não terá, pois, muito importância no ato da sua escolha.

Escolher um psicólogo ou uma psicóloga?

Há também a questão da pessoa preferir um psicólogo em vez de uma psicóloga, ou vice-versa.  Enfim, são aspetos que nada têm a ver com a intervenção ter mais ou menos qualidade. Porque, de facto, de um modo geral, não tem qualquer importância o psicoterapeuta ser homem ou mulher. Mas, enfim, é admissível que possamos preferir um homem ou uma mulher. Podemos, realmente, pensar que ficaremos mais confortáveis.

Psicólogo só de adultos, ou de crianças e adultos?

Outra situação que poderá ocorrer é um adulto não querer ser atendido por um psicoterapeuta que também atende crianças. Ora, mais uma vez, em termos técnicos, isso não constitui qualquer problema… Mas, enfim, façamos essa escolha…

Já agora, mais a título de curiosidade, há um pequeno senão, em relação à escolha de um psicólogo homem ou mulher… Ou seja, há mais psicólogas do que psicólogos. Há também mais psicoterapeutas mulheres do que psicoterapeutas homens e, portanto, consoante a opção, o leque de escolha pode aumentar ou diminuir…

As limitações e fragilidades do psicólogo

Por vezes, construímos determinadas imagens de diferentes profissionais. Em relação ao psicólogo podemos, por exemplo, imaginá-lo com um ar de muita saúde mental. Podemos imaginá-lo com uma expressão muito feliz, muito autoconfiante e seguro de si. Ora, podemos ter uma certa relutância em consultar, por exemplo, um especialista em nutrição que seja obeso. Portanto, podemos preferir consultar alguém que pareça não ter o nosso próprio problema. Assim, podemos ser levados a pensar que o psicólogo estará mais apto a tratar do nosso problema.

Mas não é bem assim. Efetivamente, nada leva a crer que um psicólogo tenha que ter o seu problema resolvido para poder conseguir tratar o nosso problema similar ao dele. De facto, um psicoterapeuta pode ter também as suas limitações, as suas dificuldades, mas isso não vai interferir, forçosamente, na sua atividade profissional. Com efeito, as dificuldades dele são as dele e não as de quem o consulta.

Dispor do horário do psicólogo…

Podemos também escolher um psicoterapeuta, em função da sua disponibilidade. Deste modo, se ele nunca tem vagas ou se nos diz que terá uma possibilidade de nos atender apenas muitas semanas ou meses depois, possivelmente não o escolheremos.

Mas também se sabe que há pessoas que agem como se pudessem dispor do horário do psicólogo. E pedem, frequentemente, urgências, ou então para trocar, sucessivamente, o horário das consultas ou das sessões. Ora, muitas vezes, essa tendência até faz parte de determinadas características da personalidade da pessoa que têm de ser, de facto, trabalhadas.

Pode relacionar-se, por exemplo, com a questão da importância que a pessoa dá ao processo e isso tem de ser tido em conta pelo psicoterapeuta. Ou seja, assim, se isso acontecer, não quer dizer que ele seja um profissional inflexível, pouco disponível para fazer cedências…

O leque de escolha do psicólogo em relação à sua abordagem…

Há também a questão do modelo teórico da intervenção e da abordagem seguida. Realmente, um psicólogo pode seguir apenas uma corrente psicoterapêutica. Mas cada vez há mais profissionais que optam por abordagens mais ecléticas. De facto, cada vez mais se assiste à possibilidade de um psicólogo fazer uso de várias técnicas provenientes de modelos diferentes.

Na verdade, cada vez mais se fazem abordagens integrativas, com recurso a metodologias mais “clássicas”, tais como as ligadas a intervenções cognitivistas, comportamentalistas, psicodinâmicas… Ou então ligadas a metodologias mais “inovadoras”, tais como, por exemplo, as mais ligadas ao mundo da hipnose Ericksoniana e do EMDR.

Marcar consulta

Deste modo, o leque de escolha é cada vez maior com o aparecimento de intervenções psicoterapêuticas mais curtas, mas focais, com menos sessões para resolver múltiplas problemáticas. Ora, podemos ter uma atitude de, simplesmente, confiarmos que o psicólogo vai, simplesmente, escolher a melhor abordagem para o nosso problema.

Muita coisa pode ser acordada entre a pessoa e o psicólogo

A escolha de um bom psicólogo, que seja competente, não é, pois tão fácil como parece. De facto, uma pessoa pode achar que uma intervenção com recurso à hipnose é a mais indicada para si. Mas o profissional, ainda que domine a hipnoterapia, pode achar que não. Pode achar que, pelo menos, numa fase mais inicial da psicoterapia, seja mais indicada, por exemplo, uma abordagem mais psicodinâmica.

O psicólogo pode, de facto, optar por uma abordagem que considere que vai permitir à pessoa falar mais livremente, num clima de associação livre. De facto, há pessoas que precisam de falar muito das suas preocupações e dificuldades. Mas tudo isto pode ser acordado entre a pessoa e o psicoterapeuta, definindo-se metas, esclarecendo-se expetativas.

Ou seja, recapitulando, cada caso é, pois, um caso. Pode, portanto, acordar-se tudo. Quer dizer, nem tudo, porque, por vezes o psicólogo tem que explicar à pessoa que o que está ali a acontecer não é apenas uma conversa entre duas pessoas amigas.

 “O que arde cura e o que aperta segura!”

De facto, por vezes, é necessário mexer em áreas mais dolorosas. O psicólogo pode, pois, abordar questões que poderão levar a pessoa, ainda que transitoriamente, a sentir-se mais desconfortável emocionalmente. Aqui podemos lembrar-nos do que se costuma dizer no âmbito da medicina “O que arde cura e o que aperta segura!”

De facto, em psicoterapia, um psicólogo pode, em algum momento, acabar por mexer nas nossas feridas, acabar por ir mexer em coisas que nós até nem tínhamos muita consciência delas. E isso pode levar a que a pessoa, a determinada altura, ainda se sinta pior do que quando começou o seu processo de psicoterapia. Só que tudo isso, afinal, irá concorrer para o objetivo final, que é realmente a pessoa conseguir fazer um crescimento e desenvolvimento pessoal, ou até mesmo uma mudança estrutural.

Portanto, se ouvirmos dizer que alguém anda num psicoterapeuta, e parece que está pior, podemos permitir-nos pensar que então é porque ele está a fazer o seu trabalho. De facto, não poder ser um critério de rejeição daquele profissional. Ainda que, na verdade, o psicoterapeuta deva saber quando é que é possível “apertar” com a pessoa. Porque há fases da psicoterapia em que isso não deve acontecer – pelo contrário, o psicólogo poderá ter que apaziguar, suportar, validar, encorajar, apoiar a pessoa que sofre, que está mais depressiva, mais ansiosa.

Histórias não muito verdadeiras sobre psicólogos

Contam-se muitas histórias sobre psicólogos. Contam-se até histórias engraçadas que falam, por exemplo, do psicoterapeuta ter adormecido na sessão. Ora, na esmagadora maioria serão falsas histórias. Mas pode acontecer ele estar a ouvir de olhos fechados e até a pessoa estar também de olhos fechados a falar.

Mas tudo isso pode ser acordado e, de facto, optar-se por que tal aconteça. De facto, a pessoa poderá exprimir-se melhor desta forma e também o psicólogo, de olhos fechados, poderá absorver melhor a comunicação que vai fluindo em todo o processo.  Portanto, são aspetos que podem ser acordados mutuamente e que até podem fazer parte da técnica que está no momento a ser utilizada.

 Um psicólogo não é um “amigo”, é algo mais…

Outra questão que se coloca à pessoa, no momento em que procura e seleciona um psicólogo, ou talvez mais já aquando do decurso do processo psicoterapêutico, é se vai poder desenvolver uma relação de amizade com o seu psicoterapeuta. De facto, pode haver essa necessidade por parte da pessoa em relação ao psicólogo.  Há pessoas que, realmente, mostram necessidade de uma conexão emocional, ao nível da construção de uma relação de amizade, com o psicoterapeuta.

Mas um psicoterapeuta não é, de facto, um amigo. É, antes, um profissional de ajuda, talvez, com uma postura amistosa, simpática, mas é, na verdade, mais do que isso, é, sobretudo, empático. Portanto, isto sim, é importante perceber.

Deste modo, quando procuramos um psicoterapeuta, devemos tentar perceber se ele é realmente empático. Porque, de facto, tem que haver, imperiosamente, empatia para que se verifique uma relação verdadeiramente psicoterapêutica que leve a uma mudança efetiva na pessoa.

Um processo de psicoterapia não é uma simples conversa

Pode também haver a possibilidade de uma pessoa considerar que o psicólogo não é bom porque este não o deixa falar o tempo que quiser e sobre o que quiser. Ora, de facto, muitas vezes, o psicoterapeuta tem que dizer que, a partir de um certo momento, há que abordar outras questões mais profundas. E aqui ele poder-lhe-á dizer que se tem de dar continuidade ao trabalho.

Na verdade, um processo de psicoterapia não é uma simples conversa entre duas pessoas. Numa psicoterapia, de facto, há toda uma sequência de fases e procedimentos estruturados a levar a efeito. Portanto, considerar que o psicólogo não é bom porque não deixa falar a pessoa o tempo todo não poderá também ser o critério mais adequado para a sua escolha.

Acima de tudo o respeito pela pessoa

Em suma, o psicólogo tem que cumprir um código deontológico e profissional. Que passa por muitas dimensões, mas que também se pode traduzir na necessidade de, simplesmente, cumprir o tempo de cada consulta. De facto, tem que fazer uma boa gestão do tempo da sessão para que, por exemplo, a próxima pessoa a atender não seja prejudicada.

Deste modo, pode haver pessoas que acham que não custa nada ao psicólogo estar a ouvi-lo por mais algum tempo. E até podem considerar que ele, assim, não o está a respeitar. Mas, de facto, não é assim, pois o que psicoterapeuta está a fazer é estar a respeitar todas as pessoas, sem exceção, que o procuram. Só mostra, pois, que, pelo menos nesse aspeto, é um bom psicoterapeuta.

O psicólogo pode não ter resposta para tudo

Muitas pessoas acham que um psicólogo estará capaz de responder a todas as suas dúvidas e questões. Mas convém ter a noção que isso não é bem assim. De facto, é um profissional, naturalmente, não conhece tudo, mesmo da área da psicologia ou das psicoterapias. Na verdade, tal como a generalidade das áreas do saber, o repositório de conhecimento no âmbito da psicologia e das psicoterapias é imenso, cada vez maior.

Assim, quando se vai a um psicólogo, pode-se-lhe levar temáticas muito diferentes. A um psicólogo, de facto, chegam questões muito diversas. Podem chegar problemáticas relacionadas com perturbações de personalidade. Podem chegar questões relacionadas com a qualidade de vida dessa pessoa. Podem chegar perturbações psicopatológicas mais intensas…

O psicólogo pode curar ou “apenas” melhorar a pessoa

Enfim, pode conseguir “apenas” melhorar em alguns aspetos a vida da pessoa. Isto é, por vezes a pessoa não fica totalmente “curada” dos seus transtornos. Há, infelizmente, quadros psicopatológicos para os quais não é possível encontrar uma cura. De facto, o que acontece, na verdade, é que a pessoa pode sair com melhores capacidades para lidar com as suas perturbações.

Como tal, o psicólogo nunca poderá responder a todas as questões de natureza técnico-científica que a pessoa lhe possa colocar. Portanto, este não pode ser um critério válido para se ajuizar se um psicoterapeuta é competente ou não.

Mas também se pode falar em curas a 100 %. De facto, há perturbações que são trazidas ao psicoterapeuta e que ficam completamente ultrapassadas. Portanto, quando ouvimos alguém afirmar que o psicólogo foi bom, ou que foi mau, não podemos logo tirar uma conclusão irrefutável. Temos, pois, que ter em conta múltiplos critérios, um dos quais o tipo de perturbação que lhe foi levada pela pessoa…

Os honorários de um psicólogo

E em relação aos valores ou preços praticados? Será que o tipo de honorários adotados pelo psicoterapeuta nos dá alguma informação sobre se ele é bom ou não? Será que esse elemento deve ser determinante para a sua seleção? Importa, de facto, refletir no sentido de se perceber se é, ou não, um fator importante na sua escolha. Ou seja, será que alguém que cobra mais por uma consulta é mais competente do que outra que cobra menos?

Honorários

Ora todos sabemos que assim não é, porque há exemplos sobejos, relativos a outros profissionais, que mostram que assim não é, de facto. Portanto, a questão dos honorários será mais um critério que parece não ser fundamental para a escolha do psicólogo a consultar…

Faltar a uma sessão, sem justificação válida

Fala-se também da questão do pagamento das sessões às quais se faltou. Há realmente psicoterapeutas ou psicólogos que não abrem mão desta obrigação. De facto, um aspeto distintivo desta profissão é a questão dos tempos, dos horários.

Realmente, nas “psicologias e psicoterapias” não há atrasos, as pessoas são mesmo atendidas a horas. Pode acontecer, por vezes, não ser assim, mas não é de modo nenhum a regra, mas sim a exceção. Deste modo, se a sessão está marcada, o psicoterapeuta está mesmo com aquele tempo exato reservado para a pessoa.

É, pois, justo que cobre pelo seu tempo de trabalho se a pessoa faltar. Porque se a pessoa faltar a uma sessão, sem justificação válida, é justo que tenha de assumir a responsabilidade por tal. É, pois, um critério que não pode servir para a escolha de um psicólogo saber que ele cobra pelas sessões às quais a pessoa falta.

A altura de terminar o processo terapêutico

Outra questão que convém conhecer é como se passam as coisas em relação à interrupção do processo terapêutico. A psicoterapia tem, de facto uma duração variável. Por vezes, pode prolongar-se por muito tempo. Só que, pode acontecer que a determinada altura o psicólogo considere que é altura de terminar o processo terapêutico.

É claro que também pode ser a pessoa a perceber que já não tem razões para ir às sessões. Ou seja, pode perceber que já alcançou os seus objetivos. Que já chegou às metas a que se propôs no início. Mas, de facto, a pessoa pode também não perceber que chegou o momento. Não perceber que deve continuar a sua vida sem precisar da ajuda do psicoterapeuta. E aqui o psicoterapeuta tem mesmo que proceder à interrupção do processo e dá-lo como terminado.

Deste modo, constar que determinado psicoterapeuta interrompeu o processo contra a vontade da pessoa, pode não corresponder bem à verdade.  Ou, pelo contrário, constar que ele prolonga por muito tempo o processo de psicoterapia pode também não corresponder a uma má qualidade do profissional.

A formação académica do psicólogo é importante?

Na escolha de um psicólogo podemos ter interesse em saber se tem uma boa formação académica. Podemos querer saber se tem estudos condizentes com a problemática que lhe vamos levar. Se sabe aplicar na prática os conhecimentos que adquiriu. Se sabe interagir connosco, fazendo as perguntas certas em relação ao nosso problema.

Mas, voltando à sua formação académica de base, será que se deve considerar que um profissional formado por determinada universidade é melhor que outro formado por outra universidade qualquer? E será que a nota da sua média final pode ser um critério significativo para a escolha? De fato, não. Assim como também não será o eventual mediatismo que um psicólogo possa ter, relacionado, por exemplo, com a sua presença em programas televisivos.

E será que ler os currículos de vários psicólogos ajuda no processo da sua escolha? De facto, pode ajudar a decidir. Mas talvez até possa ajudar mais se acedermos ao site que o psicólogo possa ter. Ou ter acesso ao seu blogue ou ao seu vlog. Porque aí a pessoa poderá ver que temas é que ele aborda e domina.

Currículo do coordenador

Procurar informação na PSICOVIAS

Então, deixe-nos falar de como somos nós, aqui na PSICOVIAS… Para que possa tomar uma boa decisão na escolha do psicólogo que vai consultar…

Neste site, encontra informação sobre a nossa formação de base, sobre o local onde levamos a efeito as nossas sessões presenciais. Encontra, ainda, informação sobre o apoio psicológico na modalidade online, à distância, por videoconferência, ou simplesmente por telefone.

Pode também saber quais os honorários que praticamos. E, da mesma maneira, os descontos que poderão ser contemplados, caso opte por packs de sessões ou “avenças” mensais.

Neste site poderá também saber que estamos devidamente certificados pela Entidade Reguladora de Saúde. Poderá, igualmente, confirmar que somos membros efetivos da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

E ainda poderá ficar a saber que temos uma postura integrativa e eclética, privilegiando, no entanto, o EMDR, psicoterapia para a qual estamos devidamente certificados pela entidade reguladora.

 

Marque consulta. Saiba mais aqui.

 

 

 

× Marque consulta por WhatsApp aqui!