SOFRO E NÃO SEI PORQUÊ…

 

“Sofro…” Há muitas razões para pensarmos…

Por vezes, dizemos para nós mesmos “Sofro…” Mas, muitas vezes, a origem do nosso sofrimento psicológico está em coisas “pequenas”… Às vezes o nosso “sofro” está na forma como interpretamos as reações de outras pessoas. O “sofro” está, também, na forma como avaliamos determinadas situações que acontecem connosco. Realmente, todos nós temos pensamentos automáticos e ainda bem que é assim. É o caso de, quando ao atravessamos uma passadeira, olharmos para ambos lados. No entanto, às vezes, era melhor que não os tivéssemos. É o caso de quando achamos que uma pessoa foi antipática connosco, tornamo-lo uma questão pessoal, quando, na verdade, trata-se apenas de alguém introvertido ou que, eventualmente, estaria apenas num mau dia.

1. “Não respondeu ao meu email, portanto sofro…”

Por vezes, atribuirmos um significado à reação de uma determinada pessoa e achamos que já não temos valor. Ou seja, por exemplo, por vezes podemos pensar que se a pessoa não respondeu a determinado email nosso é porque não viu nele interesse, e, portanto, está a desvalorizar-nos. E lá estamos nós a dizer “Sofro…”. Só que a maior parte das vezes nada daquilo corresponde à verdade: a outra pessoa não nos respondeu ao email por outra razão qualquer, ou porque ainda não teve tempo, ou porque recebe muitos e, no meio da confusão, lá ficou aquele email esquecido, etc., etc.

2. Inventamos o lado negativo

A causa de uma depressão pode estar na ocorrência de muitos pensamentos desse tipo. Ou seja, a pessoa pode pensar “Não valho nada, porque ninguém me liga…” “Não vale a pena levantar-me, porque nada de bom há lá fora…”. Portanto, são pensamentos automáticos, negativos e falsos. São pensamentos que interpretam de modo errado as situações. Muitas vezes, as situações são neutras, outras vezes até são positivas, mas inventamos logo lados negativos e dizemos “Sofro…”. Se não corrigirmos essas invenções podemos adoecer, ou, no mínimo, andarmos infelizes.

3. “Não vale a pena…”

Muitas vezes, temos, pois, que corrigir, crenças que são erróneas e disfuncionais. Temos que corrigir pensamentos que distorcem a realidade. Há pessoas que acham que alguém não gosta delas. E esse alguém até costuma ser simpático com ela. Pode haver, por exemplo, um pai que, por não ter feito determinada coisa ao filho, acha logo que é um mau pai. Há pessoas que não chegam a iniciar uma tarefa porque pensam que não vale a pena, pois só irão ficar cansados e o trabalho não irá ficar todo feito… São, por vezes, pensamentos que contêm algumas verdades, mas que não chegam para se tirarem conclusões finais tão radicais. Não é suficiente para nos levar a pensar “Sofro…”

4. Há sempre o meio termo

Pois, há muita gente que não consciencializa a existência de um meio termo, que há sempre uma graduação na forma de pensar e de responder, mais do que reagir… Podemos encontrar a moderação nos nossos pensamentos, de modo a levarmos uma vida mais serena, em que estejamos satisfeitos connosco. Por vezes, podemos precisar de alguém que, de forma isenta, de forma empática, completamente disponível, nos ajude a formular pensamentos mais acertados, mais adequados, mais ajustados à realidade.

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