Consultar um Psicólogo é caro? Quais os honorários?

É natural fazer perguntas. É comum ter dúvidas. É legítimo querer saber….Quais os honorários de um psicólogo?  Que valores são mais praticados?… O que é que se pode considerar uma consulta cara ou barata? O que significam os diferentes preços? Se os preços são altos isso significa que aquele psicólogo que os pratica nas suas consultas é melhor?

São, realmente, perguntas que fazem todo o sentido. De facto, antes de marcarmos uma consulta num psicólogo, é natural que queiramos ter mais informação…, nomeadamente, saber o seu custo, saber o custo de uma sessão isolada ou um conjunto de sessões.

É também legítimo sabermos como é que se processa o pagamento. Se só pode ser feito em dinheiro, se se pode fazer uma transferência interbabcária, se pode ser feito por MBWay ou por PayPal. Se pode haver ajustamentos e descontos, se os honorários podem ser consensualizados…

A fixação do valor de uma consulta de psicologia

Sobre este assunto, há vários estudos. Até há alguns estudos que se debruçam, nomeadamente, sobre a questão da contratação de honorários fazer parte integrante do processo numa psicoterapia. Realmente, é uma questão que se pode trabalhar no âmbito do “contrato terapêutico”.

Dizem até alguns autores que a fixação do valor de uma consulta de psicologia pode suscitar temáticas transferenciais e contratransferenciais… Que podem influenciar, de modo positivo ou negativo, o processo… De facto, pode remeter, por exemplo, para questões relacionadas com a sobrevalorização ou desvalorização do psicólogo. E pode remeter, igualmente, para questões relacionadas com a perceção de competência e de experiência profissional por parte da pessoa em relação ao psicólogo que consulta.

Honorários com valores superiores e inferiores

Praticam-se honorários bastante superiores aos da PSICOVIAS pratica. Mas, na verdade, também há psicólogos que praticam honorários com valores inferiores. E até há estudos que apontam razões para esses valores serem baixos. Podem, de facto, prender-se, muitas vezes, com eventuais sentimentos de culpa do próprio psicólogo em relação a eventuais insucessos nas sessões. Outras vezes haverá em que o psicólogo pode fazer um desconto para compensar eventuais “erros”. Pode também fazê-lo para agradar à pessoa, ou por medo que a pessoa deixe de vir à consulta.

Enfim, da nossa parte, consideramos que é salutar falar abertamente deste tipo de questões. Com efeito, na PSICOVIAS estamos sempre dispostos a fazê-lo. No entanto, apresentamos logo à partida o valor dos nossos honorários. Estes como já referimos atrás resultam da análise de vários fatores. Mas são honorários de referência. Portanto, várias alterações podem acontecer no processo psicoterapêutico. De facto, as condições podem ser ser modificadas por mútuo acordo. É uma questão que não está totalmente fechada e que não é inflexível. Aliás, tudo isso pode fazer parte do processo e até pode ter um significado psicológico a ter-se em conta.

Abordar o assunto do dinheiro de uma forma franca

Com efeito, é comumente aceite que, muitas vezes, a questão do dinheiro é importante no processo. Mas, no entanto, pode verificar-se, voltamos a referir, uma certa relutância em falar abertamente sobre este tema. Na PSICOVIAS, repetimos, estamos, de facto, sempre dispostos a abordar esta temática de uma forma franca.

Contudo, não perdemos de vista que o pagamento dos honorários da consulta pode ser uma peça fundamental para o sucesso de uma intervenção psicológica. Efetivamente, há estudos, ainda que alguns não consensuais, que apontam para o facto de não haver empenhamento na mudança psicológica quando o ato psicoterapêutico é gratuito. De facto, não praticamos a modalidade de, por exemplo, uma primeira consulta gratuita. Seja no formato presencial ou online. Mesmo por chat, por exemplo, as sessões devem ser sempre pagas pela pessoa que delas quer usufruir.

Há também estudos que apontam para as questões dos pensamentos, sentimentos e emoções, relacionadas com o dinheiro, não serem devidamente analisadas e trabalhadas. Isso, pode, com efeito, interferir no êxito do processo psicológico de ajuda…

A questão do dinheiro deve ser um tema confortável

Portanto a questão do dinheiro deve ser falada, de modo a ser um tema confortável para ambas as partes. Tudo deve, pois, estar, devidamente clarificado. Na PSICOVIAS, na nossa prática, estaremos, pois, sempre abertos a falar deste tema consigo. Isto para que eventuais conflitos internos não atrapalhem o decurso resolutivo das temáticas que trabalharmos. De facto, talvez por não sermos psicólogos “novatos”, ou inexperientes, sentimo-nos à vontade para falar destas questões monetárias consigo.

Sabemos, no entanto, que este tema está muito ligado ao estilo de personalidade de cada um. E também consideramos que a falta de pagamento de honorários a um psicoterapeuta pode ter outros significados. Pode não ser apenas, na verdade, uma eventual falta de posses ou carência económica e financeira. Com efeito, poderá também estar na origem de sentimentos negativos, de agressividade, de culpa, de desvalorização, de insegurança. Ora, tudo isto pode e deve ser trabalhados no processo psicológico…

Implicar-se mais ativamente no processo de mudança

Por conseguinte,  o conceito de sessão de psicologia ou psicoterapia cara, ou de consulta barata, não é definido sempre da mesma maneira. Este conceito pode estar, pois, ligado ao grau de disposição da pessoa em fazer um investimento em si próprio. Pode também estar ligado ao grau de valorização do seu sofrimento psicológico. E pode, igualmente, estar ligado ao valor que se quiser dar a um processo que visa melhorar a vida em geral. Porque o que se trata, de facto, é de um busca de mais felicidade, de mais satisfação, de mais tranquilidade para a vida…

E há, realmente, estudos que apontam para o facto do dinheiro ser um meio da pessoa se implicar mais ativamente no seu processo de mudança. Mas também há estudos que apontam mais para a questão da motivação intrínseca da pessoa que procura ajuda psicológica… Enfim, o que parece mesmo ser certo é que as matérias ligadas ao dinheiro contam… Por isso, falemos abertamente dessas matérias…

Matérias sujeita a julgamento

Consideramos, ainda, outros fatores igualmente importantes nestas matérias… Vejamos, a formação do psicólogo, a experiência profissional e “de vida” deve ser tida em conta na definição dos honorários a praticar. A PSICOVIAS tem esses fatores em conta. Definimos, pois, os nossos honorários. São, na nossa perspetiva, justos! Mas estamos dispostos a falarmos neste assunto sempre que quiser, sempre que achar necessário.

Temos consciência que pode ser uma questão difícil para a pessoa, mas também para o psicólogo. Porque se trata, afinal de contas, de cobrar dinheiro a alguém que, em princípio, poderá estar em sofrimento. É, portanto, uma matéria sujeita a julgamento, a crítica. Como tal , repetimos,deverá ser abertamente abordada. Na PSICOVIAS estamos, pois, sempre dispostos a fazê-lo. Porque, afinal de contas, a relação psicoterapêutica é sempre uma relação de cooperação mútua. É uma relação de trabalho partilhado, na qual podem ser sempre renegociadas algumas condições.

Pontos que exigem cumprimento integral

Falamos em algumas condições, porque há outras que não podem ser totalmente flexibilizadas. Há, efetivamente, pontos em que é difícil haver uma maior flexibilização.

É o caso de faltas não justificadas – em que o ideal é serem justificadas previamente à ocorrência da sessão… E se não foi possível fazê-lo antes, então a justificação deve ocorrer no espaço mais curto de tempo possível. Deverá, pois, ser  feita logo após a data em que esteve marcada a sessão. Se essa justificação não existir, ou não for plausível, terá de haver, consideramos que é justo, lugar ao respetivo pagamento.

Não haverá, pois, a hipótese de devolução ou reembolso. Mas, sabemos que cada caso é um caso e, portanto, lá estaremos para compreender o que houver a compreender…

Pagamento antecipado?

Quanto à forma de pagamento, este pode ser realizado antes ou depois da sessão. Também pode ser feito mensalmente, no caso de sessões regulares e periódicas. Sobre este aspeto, na PSICOVIAS temos uma postura preferencial: privilegiamos o pagamento antecipado. Pode ser efetuado por transferência bancária, MBWay, ou outro modo de pagamento equivalente. Pode ser feito de forma mensal ou em packs.

Julgamos, com efeito, que é uma modalidade que permite estar-se mais à vontade no processo terapêutico. Para ambas as partes, pois nem o psicólogo, nem a pessoa, têm que se lembrar de o fazer no final da sessão. De facto, poderá ser mais cómodo para ambas as partes, não tendo de haver rececionista para tratar destas questões. Assim, tudo se trata por meios eletrónicos, incluindo a emissão de recibo por email. Consideramos, pois, mais confortável, para ambas as partes, esta forma de atuar. Na verdade, será mais salutar  haver uma clara definição da política de honorários.

Tudo isto pode, pois, evitar eventuais desconfortos ligados às questões do dinheiro…

Um psicólogo está em constante formação

Os estudos apontam, de facto, para este ponto: há muitos psicólogos que referem um desconforto a este nível. É um desconforto ligado à existência de como que um negócio, com conotações pejorativas associadas, na sua atividade. Na PSICOVIAS sabemos, na verdade, que a nossa atividade consiste em ajudar as outras pessoas. Mas não podemos deixar de estar conscientes de outro aspeto, digamos, comercial que não pode ser escamoteado…

Frisemos novamente um ponto… A realidade é que não se pode deixar de ter em conta que um psicólogo está em constante formação, frequentemente muito dispendiosa. Um psicólogo tem, por exemplo, supervisão pela qual paga, igualmente, honorários altos. Pode fazer, ele mesmo, psicoterapia ou desenvolvimento pessoal igualmente através de pagamentos avultados. Está, de facto, em constante formação e atualização…

Na PSICOVIAS, temos consciência que, efetivamente,há que fazer um investimento de forma contínua em formação. É um investimento que ocupa tempo, que é de natureza pessoal e que tem, naturalmente, implicações financeiras. Voltamos, pois, àquilo que já referimos mais atrás: definimos valores, de referência, que consideramos justos.

Pode, no entanto, voltamos a enfatizar, haver lugar a exceções devidamente analisadas e consensualizadas, inclusivamente descontos…. Saiba mais aqui..

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