OBSESSÕES NÃO ME SAEM DA CABEÇA!

Pensamentos repetitivos, intensos, constantes, ruminantes… Obsessões, compulsões… Acha que poderá estar nesta situação, ou andar lá perto?…

1.Sinto necessidade de fazer certos rituais 

Existem aquelas ocasiões em que os pensamentos não nos largam, não é? E queremos livrar-nos deles porque não os achamos bons, deixam-nos incomodados. Enfim, depois aquelas obsessões lá se vão embora. Ótimo, é bom que assim aconteça. Mas o pior é quando não se tem sucesso e os pensamentos persistem, ficam ali a ruminar e, a acrescentar a isto, a necessidade imperiosa, como que a obrigação, de fazer determinados rituais, de forma repetitiva.

2. Não consigo afastar as obsessões

Há pessoas que sofrem com este tipo de problemas, que têm pensamentos que incomodam, surgindo de forma repetitiva, que provocam ansiedade, que parecem absurdos, mas dos quais a pessoa não se consegue livrar. Até parece que quanto mais tenta livrar-se das obsessões, pior, não consegue mesmo afastá-las da cabeça. E depois até descobrem que se fizerem várias vezes uma determinada coisa, a ansiedade alivia.

3. O comportamento assume uma forma exagerada

São muito conhecidos os exemplos de pessoas obcecadas com a limpeza pessoal, da casa, de objetos em seu redor. São muito conhecidos aqueles casos em que a pessoa volta atrás várias vezes para verificar se fechou bem uma porta. São conhecidos aqueles casos em que determinada rotina, como, por exemplo, vestir, tomar banho, leva muito tempo a fazer. Ou também a disposição dos bibelots lá de casa, a simetria de um quadro. É claro que em “pequenas doses” estes tipos de comportamento não são preocupantes. O problema é quando assumem uma forma exagerada. E lá vem o rótulo: a POC, a Perturbação Obsessivo-Compulsiva, bem descrita no DSM5 (“manual das perturbações mentais”).

4. Sofrimento psicológico

Estes transtornos estragam, realmente, a qualidade de vida a muita gente. Porque a pessoa sente que tem de fazer alguma coisa para afastar o grande desconforto causado pela ansiedade associada. Enfim, sente que tem obrigação de fazer alguma coisa para reduzir esse desconforto, esse sofrimento psicológico. E é, assim, que entram os chamados rituais compulsivos, que aparecem as compulsões. São como que comportamentos protetores, que parece que protegem, mas só na aparência. São, na verdade, inadequados. Muitas destas compulsões, ao contrário das obsessões que estão lá mais escondidas para o interior da mente, são visíveis aos olhos dos outros. E, depois, tornam-se, muitas vezes, alvo de gozo e de chacota.

5. A pessoa sofre sozinha

Há o caso daquelas pessoas que não tocam na maçaneta de uma porta por causa dos micróbios. Mas também há muitos outros casos em que a pessoa até percebe que está a ter um comportamento sem sentido. Só que não consegue parar de o fazer e, portanto, até nem diz nada a ninguém. Portanto, sofre sozinha, sempre com medo que descubram, sempre a tentar ocultar. Isto leva, naturalmente, a um grande desgaste emocional e também, muitas vezes, físico. É que há obsessões e compulsões que consomem horas à pessoa. Consomem-lhe o seu precioso tempo e interferem no seu trabalho, na sua vida pessoal, oscilando entre períodos em que o transtorno se demonstra mais intenso e períodos de maior acalmia. E tudo se pode juntar numa mistura explosiva – depressão e fobia social – e o problema ficar ainda mais agravado…

Acha que poderá estar nesta situação, ou andar lá perto? Pretende controlar as suas obsessões e compulsões?

Estamos disponíveis para si, nos seguintes locais, datas e horas…

× Marque consulta por WhatsApp aqui!