A IDEIA DA MINHA MORTE ANGUSTIA-ME!

Realmente, pode estar numa fase da sua vida em que pense bastante na questão da mortalidade. De facto, todos nós poderemos ter que enfrentar este tema em algum momento da nossa vida.

É uma reflexão que nos pode fazer rever os nossos valores. Podemos chegar a um momento em que vamos analisar os nossos erros. E isso vai-nos confrontar com as nossas angústias.

A ideia da nossa morte, traz, com efeito, ao de cima, o reconhecimento do fim da nossa existência. Percebemos a nossa finitude.

Talvez, esteja, então, numa fase em que se interroga: “De onde vim? Quem sou? Para onde vou?” Ora, a ciência não tem respostas, pelo menos, para a última pergunta.

Portanto, uma pergunta que se impõe: como podemos lidar com a nossa morte?

Encarar o tema da morte é muito desconfortável

É, realmente, um assunto incómodo, pouco confortável. De facto, a nossa cultura como que nega a morte – há que ser esquecida, porque pensar nela traz depressão, ansiedade, angústia…

Mas também há quem advogue que reconhecer a finitude leva a superar a dor, leva a uma maior força interior, a uma maior serenidade… E até há evidências científicas que mostram que se nos tornarmos mais conscientes da nossa morte poderemos beneficiar de um efeito positivo nas nossas vidas…

A consciência da finitude pode ser positiva

Há exemplos de pessoas que “quase morreram”… De facto, depois dessa experiência, passam a ter mais capacidades para viverem melhor no presente, no aqui e agora.

Realmente, são pessoas que passam a ter mais gratidão pelo que são, pelo que têm… E passam a dar mais valor por aquilo com que se relacionam, pelo mundo que existe à sua volta – tudo passa a ser mais bonito, mais interessante, a merecer ser vivido com intensidade.

Ou seja,de uma atitude materialista, de apego a bens, a conceitos de estatuto social, passa-se a uma atitude de valorizar mais as pequenas coisas, os sentimentos positivos como a amizade e o amor. A consciência da morte passa, pois, a ter um efeito positivo na vida das pessoas.

Na verdade, a aceitação antecipada de que somos finitos pode fazer com que aprendamos a viver melhor a nossa vida. Mas, para isso, temos que fazer um esforço para nos lembrarmos dessa nossa finitude. E isso, sem que, no entanto, sejamos invadidos por excessos de ansiedade e angústia…

A ideia da morte envolve várias emoções

De facto, nós não sabemos quanto tempo nos resta de vida. Mas, sem dúvida, a morte está certa para todas as pessoas. E esta noção é distintiva da espécie humana, pois as outras espécies não terão o conceito de futuro com a inevitável morte. Ou seja, não terão o pensamento que pode trabalhar a transcendência da morte.

Nós, os seres humanos, podemos ter suportes emocionais que nos podem ajudar a encarar melhor o impacto da morte. Ou seja, nós podemos ter um crescimento emocional que nos pode habilitar a sermos mais capazes de lidar com a angústia ligada à ideia da morte.

O conceito da morte não é, naturalmente, apenas uma questão médica, das ciências biológicas. De facto, é uma questão que envolve as emoções, portanto é uma questão humana que envolve o autoconhecimento e o crescimento pessoal. E aqui “as psicologias e as psicoterapias” podem dar uma grande ajuda, nomeadamente na consciencialização da preciosidade da vida.

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